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Manejo sanitário em bovinos

Atualizado: Mai 18


A saúde animal é condição fundamental para a obtenção de bons rendimentos na exploração pecuária. Gastos no tratamento, redução dos índices zootécnicos, morte dos animais e decréscimo na produção são alguns prejuízos significativos causados por enfermidades dentro de uma propriedade e, por isso, medidas preventivas requerem uma atenção especial. Além do mais, assegurar saúde ao animal significa oferecer um produto de boa qualidade à população.


Desse modo, as vacinas mais recomendadas e/ou indispensáveis para bovinos são:

  • Febre Aftosa: doença viral que causa febre e vesículas (aftas) na boca e nos pés dos animais, predispondo a infecções secundárias e perda de condição corporal. Possui alta taxa de disseminação, uma vez que pode ser por contato com animais ou objetos contaminados e via aérea. Causa um grande impacto na produção de leite e de carne, principalmente para exportação. A vacinação deve seguir o calendário divulgado pelo Estado.

  • Brucelose: doença bacteriana que tem como principal consequência o aborto, além de reduzir os índices produtivos e reprodutivos da propriedade. Trata-se de uma zoonose por contaminar o homem através do contato com mucosas ou soluções de continuidade da pele contaminadas. A vacina deve ser aplicada nas fêmeas entre três e oito meses de idade.

  • Raiva: doença viral transmitida geralmente pela mordedura de morcegos hematófagos que ataca o sistema neurológico do animal e promove alterações comportamentais. A vacina deve ser aplicada em todos os animais a partir do terceiro mês de vida.

  • Clostridiose: toxinas produzidas pelas bactérias do gênero Clostridium, que são muito resistentes, e causam doenças como botulismo (ou “doença da vaca caída” causa paralisia motora progressiva), carbúnculo sintomático (ou “manqueira” causa inflamação nos músculos), gangrena gasosa (músculo com aspecto crepitante e flácido, febre e depressão) e enterotoxemia (infecção intestinal aguda e, geralmente, fatal). A vacina deve ser feita a partir dos dois meses de idade com renovação anual.


Além das enfermidades citadas, o controle de endo e ectoparasitas devem ser citados no manejo sanitário, uma vez que também podem causar grandes perdas econômicas e prejudicar o bem estar animal. O controle normalmente é feito pelo manejo ambiental de acordo com a propriedade e sua epidemiologia, sendo interessante a rotação de piquetes e cochos e bebedouros altos, por exemplo. O controle por meio de medicamentos também se faz necessário em alguns casos, no entanto, é importante saber a forma de usar para evitar a seleção de parasitas mais resistentes.


O manejo sanitário em geral deve ter o acompanhamento de profissionais para que seja feito da forma mais assertiva e traga melhores resultados a propriedade e, para isso, você pode contar com a VetJr.

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